"A derrota dos trabalhadores é a derrota da humanidade", ressaltou o Procurador do trabalho Luciano Aragão durante a sessão solene no Senado pelos 30 anos do Grupo Móvel de combate ao trabalho escravo
(14/05/2025) - O coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (MPT), o Procurador do trabalho Luciano Aragão, participou nesta segunda-feira (13) de uma sessão solene no Senado Federal em homenagem aos 30 anos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Trabalho Escravo (GEFM). A cerimônia foi promovida pelo senador Paulo Paim (PT-RS).
O Grupo Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) completou 30 anos de atuação, um marco fundamental na consolidação das políticas públicas de enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão no Brasil. O órgão já realizou mais de 8,5 mil operações e libertou mais de 66 mil trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão.
A solenidade contou com a presença de várias autoridades, entre elas o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o chefe da Defensoria Pública da União, Leonardo Cardoso de Magalhães, e o procurador do MPT Luciano Aragão Santos. Além de representantes da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho, da Defensoria Pública da União, de auditores fiscais do Trabalho, representantes da sociedade civil e entidades sindicais.
O coordenador de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho (MPT), o procurador do trabalho Luciano Aragão, reconheceu a importância e exaltou os 30 anos do grupo móvel e todas as suas conquistas. Mas, lembrou que a luta contra o trabalho análogo à escravidão ainda é um desafio. Ele ressaltou que “não há trabalho sem direitos, e não há liberdade sem dignidade. A derrota dos trabalhadores é a derrota da humanidade”, frisou o procurador.
O Grupo Móvel representa uma das políticas públicas mais eficazes na história recente do Brasil no enfrentamento à violação de direitos humanos no mundo do trabalho!
