• denuncias
  • peticionamento
  • protocolo
  • Mediação
  • mov procedimentos
  • autenticidade de documentos
  • lgpd
  • administracao publica
  • fraudes trabalhistas
  • liberdade sindical
  • meio ambiente
  • promocao igualdade
  • trabalho escravo
  • trabalho infantil
  • trabalho portuario
  • Notícias
  • TV Cidade/Record faz reportagem especial sobre a lista suja do trabalho escravo: o Procurador do MPT-MA Rafael Mondengo esclarece os dados e a importância desse instrumento.
  • Planto 2024
  • Estagio site 2023
  • nota ptm copiar 2-1 1
  • Minha publicação
  • Banner Denúncia
  • AREAFIM
  • PROTOCOLO ADMINISTRATIVO
  • MPT-MA publica escala de plantão de 2024
  • Acompanhe informações do Seletivo de Estágio 2023
  • Acesse o edital para efetuar o cadastro da entidade ou instituição.
  • Saiba como fazer sua denúncia ao MPT-MA
  • Petições jurídicas devem ser feitas no sistema próprio. Acesse aqui.
  • Clique na imagem para fazer o cadastro. É rápido e fácil.

TV Cidade/Record faz reportagem especial sobre a lista suja do trabalho escravo: o Procurador do MPT-MA Rafael Mondengo esclarece os dados e a importância desse instrumento.

Em entrevista à repórter Laryssa Madeira, para a TV Cidade/Record, o procurador do MPT Rafael Mondengo, falou na última quinta-feira (11) sobre a divulgação da lista suja do trabalho escravo, que vem garantir o direito da sociedade à transparência sobre Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil, fornecendo informações sobre os flagrantes de exploração de trabalhadores em condições análogas à escravidão no Brasil.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou, no início de abril de 2024, a "lista suja", com a inclusão de 248 empregadores envolvidos em casos de trabalho análogo à escravidão. No Maranhão foram adicionados 29 novos nomes, em 22 municípios maranhenses, o que corresponde ao maior acréscimo registrado desde a criação da lista.

O MPT-MA é um dos órgãos de fiscalização e combate à essa cruel realidade no nosso Estado. Na entrevista, o procurador Rafael Mondengo explica que a “lista suja” foi criada ainda em 2003 e inclui os empregadores, sejam pessoas físicas ou jurídicas, que foram flagrados e indiciados por explorar mão de obra escrava. O autuado permanece na lista por dois anos. Ele reafirma o papel da sociedade no combate à essa grave violação de direitos humanos. “É importante que a sociedade denuncie e que as denúncias sejam bem-feitas, ou seja, é importante que os dados sejam trazidos com precisão, identificando a vítima e apontar os infratores. Essas denúncias podem ser apresentadas tanto no site do Ministério Público do Trabalho (www.mpt.mp.br), como baixar o aplicativo MPT Pardal (disponível tanto para sistemas IOS, como Android). Ou fazendo uso do disque 100, que é um instrumento do Ministério de direitos humanos”, frisou o procurador.

Para assistir a entrevista clique AQUI!

 

 

 

Imprimir

  • banner pcdlegal
  • banner abnt
  • banner corrupcao
  • banner mptambiental
  • banner transparencia
  • banner radio
  • banner trabalholegal
  • audin MPU
  • Portal de Direitos Coletivos