• denuncias
  • peticionamento
  • protocolo
  • Mediação
  • Destinações de bens e recursos
  • mov procedimentos
  • autenticidade de documentos
  • lgpd
  • administracao publica
  • fraudes trabalhistas
  • liberdade sindical
  • meio ambiente
  • promocao igualdade
  • trabalho escravo
  • trabalho infantil
  • trabalho portuario
  • Notícias
  • No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, Procurador-chefe Rafael Mondego, concede entrevista à TV Mirante e aborda sobre os desafios no combate à exploração trabalhista
  • nota ptm copiar 2-1 1
  • Banner Denúncia
  • AREAFIM
  • PROTOCOLO ADMINISTRATIVO
  • Clique aqui e acesse os editais!
  • Saiba como fazer sua denúncia ao MPT-MA
  • Petições jurídicas devem ser feitas no sistema próprio. Acesse aqui.
  • Clique na imagem para fazer o cadastro. É rápido e fácil.
  • Clique aqui e acesse os editais!

No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, Procurador-chefe Rafael Mondego, concede entrevista à TV Mirante e aborda sobre os desafios no combate à exploração trabalhista

(28/01/2026) – Em entrevista concedida à TV Mirante nesta quarta-feira (28), o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA) e coordenador regional da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Conaete), Rafael Mondego, abordou a persistência do trabalho escravo contemporâneo no Brasil em 2025 e as estratégias adotadas pelo MPT para o enfrentamento dessa grave violação de direitos humanos.

A entrevista foi realizada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado em 28 de janeiro, destacando o cenário das denúncias relacionadas à prática. De acordo com os dados apresentados, o Maranhão ocupa a 12ª posição no ranking nacional de denúncias, chamando atenção, também, para os registros de exploração tanto em áreas rurais quanto urbanas.

Durante a conversa com a repórter Lorena Cavalcante, Rafael Mondego ressaltou que a permanência do trabalho escravo está relacionada à naturalização cultural da exploração, associada à vulnerabilidade socioeconômica, ao desconhecimento dos direitos e da legislação trabalhista e aos interesses econômicos de empregadores que se aproveitam da necessidade extrema dos trabalhadores.

Confira a matéria completa aqui.

 

Imprimir

  • banner pcdlegal
  • banner abnt
  • banner corrupcao
  • banner mptambiental
  • banner transparencia
  • banner radio
  • banner trabalholegal
  • audin MPU
  • Portal de Direitos Coletivos