• denuncias
  • peticionamento
  • protocolo
  • Mediação
  • Destinações de bens e recursos
  • mov procedimentos
  • autenticidade de documentos
  • lgpd
  • administracao publica
  • fraudes trabalhistas
  • liberdade sindical
  • meio ambiente
  • promocao igualdade
  • trabalho escravo
  • trabalho infantil
  • trabalho portuario
  • Institucional
  • Procurador-chefe do MPT-MA Rafael Mondego comenta operação de resgate em Paço do Lumiar em entrevista à TV Cidade.
  • nota ptm copiar 2-1 1
  • Banner Denúncia
  • AREAFIM
  • PROTOCOLO ADMINISTRATIVO
  • Clique aqui e acesse os editais!
  • Saiba como fazer sua denúncia ao MPT-MA
  • Petições jurídicas devem ser feitas no sistema próprio. Acesse aqui.
  • Clique na imagem para fazer o cadastro. É rápido e fácil.
  • Clique aqui e acesse os editais!

Procurador-chefe do MPT-MA Rafael Mondego comenta operação de resgate em Paço do Lumiar em entrevista à TV Cidade.

(11/05/2026) – Em entrevista ao programa Balanço Geral (TV Cidade) nesta segunda (11), o procurador-chefe do MPT-MA, Rafael Mondego Figueiredo, detalhou a operação de resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão. A conversa, conduzida pela repórter Raquel Álvares, focou no caso ocorrido na sede da igreja Shekinah House Church.

O resgate ocorreu na última quinta-feira (7), em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís (MA). A igreja era liderada pelo pastor David Gonçalves Silva, que segue preso por suspeita crimes trabalhistas, de abusos sexuais, estelionato e punições físicas contra fiéis. Mais de 40 trabalhadores foram resgatados e encaminhados a um alojamento montado pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihpop).

Durante a conversa com emissora, o procurador-chefe explicou que a operação de resgate ainda não foi concluída e que já está prevista uma audiência entre os envolvidos no caso.

“Nós já estamos na fase do resgate, que só se encerra com a rescisão dos contratos de trabalho. Também vamos nos reunir com representantes da comunidade e advogados para buscar o pagamento das verbas rescisórias. Caso não haja acordo pela via amigável, será proposta uma ação civil pública para garantir judicialmente os direitos e indenizações decorrentes do caso”, concluiu Rafael Mondego.

Confira a matéria aqui.

Imprimir

  • banner pcdlegal
  • banner abnt
  • banner corrupcao
  • banner mptambiental
  • banner transparencia
  • banner radio
  • banner trabalholegal
  • audin MPU
  • Portal de Direitos Coletivos